
A professora de filosofia da comunicação passou um trabalho há cerca de um mês. Até ai nada de anormal, mas com o desenvolvimento do trabalho percebi algumas coisas, por exemplo:
É lógico que para ser um jornalista de sucesso é preciso ter conhecimento, senso crítico e saber apurar os fatos com precisão e seriedade.
Mas será que fazendo trabalhos quilométricos, resumindo três apostilas de mais ou menos 100 páginas e voltando ao século XVII, vamos ficar tão envolvidos com o cotidiano?
Quero ter logo uma resposta para essa pergunta. Não seria melhor se todas as aulas do curso de Comunicação Social (jornalismo, relações públicas e publicidade e propaganda) fossem destinadas para estudar atualidades? Como o que acontece no dia-a-dia!
Talvez até algumas aulas de história, quem sabe. Por exemplo, será que algum estudante do 1º ou do 2º ano (Comunicação Social) sabe onde fica o Everest? O que foi a Guerra dos Farrapos? Ou, qual o verdadeiro motivo da guerra entre Estados Unidos da América e Iraque?
Pois é, estamos estudando muita “teoria”. Isso é ótimo, mas a prática, que realmente interessa, veremos só lá no 4º ano da faculdade, próximo à formatura, sem saber se os formandos estão preparados para ser jornalistas competentes ou se excelentes ouvintes de curso vago de filosofia.
Pense nisso.
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